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RECOMENDAÇÃO: Ravin Girls 
18.Mar

Uma das melhores coisas de ser parte de um fandom é poder interagir com fãs do mundo inteiro. Por isso, decidimos compartilhar projetos de outros fãs de TRC que achamos interessantes e assim expandir o contato dos fãs da série. Com isso, indicamos aqui um podcast incrível sobre os livros. Confira abaixo:


O Ravin Girls é um podcast de discussões sobre A Saga dos Corvos. As apresentadoras, Nievita e Shannon, entram em detalhes sobre os capítulos dos livros e analisam o desenvolvimento do enredo, os foreshadows da escrita, e trazem informações adicionais, como estudos sobre as linhas ley, a mecânica dos aparelhos que o Gansey usa para localizá-las, o uso de latim etc. Mas, principalmente, elas surtam pelos personagens e os relacionamentos que eles têm entre si – gente como a gente.

Os episódios são lançados mais ou menos de quinze em quinze dias. Cada um tem pouco mais de uma hora e eles abordam de dois a quatro capítulos. O podcast ainda está no seu nono episódio oficial, cobrindo um pouco mais da metade do primeiro livro, até agora. Há também alguns episódios especiais, como um sobre All the Crooked Saints (o livro da Maggie de outubro do ano passado, ainda sem lançamento no Brasil), e um sobre o conto recém-lançado da Opala (também sem lançamento previsto para o Brasil).

É importante destacar que a série é discutida como um ciclo, então apesar de as apresentadoras ainda estarem em discussões prévias da saga, em Os Garotos Corvos, vários aspectos dos livros seguintes são abordados para comparar quotes, estabelecer relações, investigar o progresso da história como um todo, a evolução pessoal dos personagens etc.

Infelizmente, os episódios são exclusivamente em inglês, mas é uma boa dica para quem tem um conhecimento mais avançado da língua, sente saudade da história e gosta de interagir com outras pessoas do fandom. Mesmo depois de várias releituras, as interpretações e os comentários da Nievita e da Shannon ainda me surpreendem com perspectivas e teorias que eu ainda não havia considerado.

Você pode ler mais sobre o Ravin Girls no site oficial, no Twitter e no Tumblr. Os episódios podem ser ouvidos no próprio site, pelo iTunes, Google Play  e outras plataformas – totalmente de graça.


Texto por: @carlstairs



Uma resenha sobre “Opal”
06.Mar

A menos que você esteja morando em uma caverna (cuidado com os corvos), você deve saber que a Maggie anunciou uma continuação de A Saga dos Corvos e uma trilogia focada no Ronan, até então popularizada no fandom como “The Ronan Trilogy” ou “The Dreamer Trilogy“. Desde o anúncio, estamos surtados com a oportunidade de saber dos acontecimentos pós-O Rei Corvo. A boa notícia é que não precisamos esperar muito para isso. Em comemoração pelo lançamento da edição paperback do último livro da saga nos Estados Unidos, a Scholastic encomendou um conto para a Maggie a ser incluído nessas novas edições. Depois de muito drama da editora estadunidense, que ameaçou cancelar a publicação do conto pelas vendas dos livros no país não estarem indo tão bem, finalmente ganhamos a confirmação de que ele seria comercializado não apenas nos paperbacks de The Raven King, como também no formato de e-book.

O conto, intitulado Opal, é focado na personagem à qual somos apresentados em Azul Lírio, Lírio Azul e foi lançado na semana passada. A história se passa pouco tempo depois dos acontecimentos de O Rei Corvo. A versão digital tem 39 páginas (o acordo entre a Maggie e a Scholastic era de bem menos que isso, mas, pra nossa sorte, ela se empolgou). Sem spoilers, fiz uma lista dos pontos principais do conto:

1. A Opal é extremamente interessante e preciosa. Nós passamos a entender bem melhor o que ela é e a relação entre ela e o Ronan.

2. Alguns personagens antigos aparecem, (talvez não necessariamente os que esperávamos e queríamos, mas essas aparições também não desapontam!).

3. O Ronan está amadurecendo DEMAIS.

4. Você quer Pynch, @? Toma Pynch, então.

5. Se fosse pra colocar o conto em uma linha entre A Saga dos Corvos e a Dreamer Trilogy, eu diria que ele está bem mais para o lado da nova trilogia do que da saga principal. Vários pontos da história mais soam como cliffhangers para a continuação do que resgates da história anterior.

6. MAS, como é de costume na Saga, a Maggie fez com que vários trechos do conto fizessem referência a trechos dos livros anteriores. Um, inclusive, faz referência ao “I’m not asking him to stay, only to come back” de O Rei Corvo. Sabe? Aquele quote que muito provavelmente te fez chorar no último livro? Então, a “correspondência” dele em Opal vai te fazer chorar de novo.

7. Falando em quotes, se você está envolvido no fandom no Twitter, deve ter visto um suposto trecho vazado do conto que estava sendo problematizado. A notícia ruim é que era real. A notícia boa é que a pessoa que vazou o trecho cortou o texto exatamente onde dava o contexto que, na minha opinião, invalida todas as problematizações. Mas daí vai da leitura e interpretação de cada um.

8. Como um dos “apelidos” da nova trilogia já provoca, toda a mecânica dos sonhos vai ser bem mais explorada (e complicada) futuramente. Já dá pra perceber isso em Opal.

9. A relação entre a Opal e o Adam é a coisa mais fofa do mundo.

10. Carros.

Espero que eu tenha conseguido te deixar curioso ou curiosa sobre o conto e a nova trilogia! Até agora, Opal só está disponível em inglês e não temos informações sobre a publicação em português, mas sempre vale cobrar a Verus. Depois, é só esperar pela Ronan Trilogy! Make way for the raven dreamer. 


Texto por: @carlstairs



[TWITTER] Maggie solta trecho do extra: “Opala”!
08.Dez

No dia 24 de novembro, Maggie Stiefvater publicou em seu twitter sobre uma história extra, de 11 mil palavras referente a Opala [confira aqui] e liberou um pequeno trecho do extra. No dia 08 de dezembro, Maggie voltou a falar sobre o extra, liberando outro pequeno trecho em sua conta do twitter e instagram.

Confira ambos os trechos, traduzidos por nossa equipe*, abaixo:


Essas eram as regras. Alguns visitantes podiam ver ela, se Ronan dissesse estava tudo bem, e alguns visitantes não podiam ver ela, se Ronan dissesse para ela desaparecer, e nenhum visitante podia ver seus cascos.

Ela não podia comer nada que estava dentro da casa, a não ser que tivesse sido dado para ela. Mesmo se fosse algo que soava bom enquanto ela mastigava, como caixas de papelão e utensílios de plástico. E, em particular, ela não poderia comer nada do quarto de Adam ou de Aurora, e se ela comesse, seria punida. Ela não podia chamar o Ronan de Kerah, porque ele tinha um nome e ela era perfeitamente capaz de formar qualquer palavra que quisesse, diferente de Motosserra, que só tinha um bico. Ela podia escalar em quase tudo que quisesse, exceto em carros, porque cascos não são bons para o metal e também porque suas mãos sempre estavam muito sujas. Ela não precisava tomar banho ou se lavar, apenas se quisesse entrar na casa, e ela não podia mentir sobre ter se lavado se quisesse sentar no sofá, porque Deus, Opala, suas pernas cheiram a cachorro molhado. Ela não podia roubar. Esconder objetos de outras pessoas conta como roubo, ao menos que os objetos sejam presentes, os quais você esconde mas então ri sobre depois. Coisas mortas estavam […]

 

 

Ela se encostou nele e ele se encostou nela, e ele disse, “Deus, que ano.” Ele disse isso com um sentimento tão humano que o amor de Opala por ele transbordou, então ela finalmente desistiu e o levou para onde tinha enterrado todos os pratos.

“Esse é um buraco grande,” ele disse, enquanto eles o encaravam. E era. Era grande o suficiente para enterrar um intruso ou um jogo de louça para doze pessoas. “Sabe, eu costumava achar que você fosse crescer. Mas eu acho que você já está crescida, não está? Esse é o jeito que você é.”

“Sim,” Opala disse, em inglês.

“Algumas vezes, o jeito que você é é um saco,” ele acrescentou, mas ele podia perceber que ele havia dito com carinho.

Parecia que iria ficar tudo bem.


Fonte: (x) (x)
Tradução e adaptação: The Raven Cycle Brasil – não reproduza sem créditos, plágio é crime.
*Tradução não oficial.



[TUMBLR] Maggie Stiefvater responde perguntas.
15.Nov

No dia 14/11/2017, Maggie Stiefvater abriu a inbox em seu Tumblr e respondeu algumas questões dos fãs. Nossa equipe traduziu as perguntas e respostas de maior relevância – referente aos livros da autora. Confira abaixo:


prowlingthunder
Qual foi sua frase favorita (mais recente) de escrever?

Querida prowlingthunder,

Eu estou adorando quase todas frases que escrevi no livro do Ronan, mas aqui está uma recente e aleatória (e como todas frases de um trabalho em andamento, pode desaparecer, mudar ou explodir no resultado final do livro):

Havia um deus no prédio que ele havia acabado de deixar para trás, mas também havia outro selado nesse asfalto, brilhando friamente nos refletores entre as pistas, sussurrando em línguas por baixo do rugido do motor do carro.

sua,

Stiefvater


cara-rose-witch
A saga do Ronan realmente irá acontecer, e se sim, há alguma possibilidade de vermos a “gangsey” original nela?

Querida cara-rose-witch,

A saga do Ronan realmente irá acontecer e, embora tenha personagens da saga anterior, não será A Saga dos Corvos e a gangsey não irá aparecer da mesma forma. É muito centrado no Ronan, não tanto de uma forma de ponto de vista e mais como o nosso sistema solar que é centrado no sol.

Há também novos personagens que, esperançosamente, os leitores irão passar a amar ou odiar.

Sua,

Stiefvater


randamqueen
Como alguém nascida e criada na Irlanda, é tão incomum ver histórias que utilizam a nossa mitologia/cultura de um modo respeitoso e preciso! A Saga dos Corvos fez isso de uma forma tão boa, especialmente com o Ronan e sua família. Então, minha pergunta é: o que fez com que você ficasse interessada na mitologia irlandesa e galesa? 

Querida randamqueen,

Meus pais nos criaram como parte da confusa e inconstante diáspora céltica-americana – passei minha juventude em bares, tocando em bandas célticas, assistindo qualquer filme ou TV que fosse irlandês ou escocês que pudesse ver na BBC ou na biblioteca, lendo lendas célticas e bestsellers da época e clássicas fantasias escocesas. A América Celta não é com a Irlanda, Escócia ou o País de Galês. As culturas ficam enroladas e combinadas aqui, de uma maneira que, rapidamente, fica bombástica ou esquecida, mas também se congelam em uma linguagem bastante semelhante da original, que faz parecer nostálgico e melancólico viajar para a Irlanda ou Escócia.

Há muito mais disso nos livros do Ronan, particularmente, como seria viver em uma cultura muito estranha e dividida. Diáspora de qualquer tipo pode ser tanto empoderadora quanto solitária. Você é parte de um clube, mas um em que os membros mais legítimos não pertencem, realmente, a nenhuma terra. É uma pergunta sem uma boa resposta, e essas são coisas que eu gosto de escrever sobre.

sua,

Stiefvater


theongreujoy
Olá, boa tarde (bom, espero que seja de tarde e você ainda esteja lendo as perguntas, porque sou péssima com fuso horário). Eu estava pensando se você planeja tocar na hereditariedade irlandesa do Ronan na trilogia – no contexto do Niall ter crescido na Irlanda do Norte? Levando ele a encarar valores, ser irlandesa sempre foi uma coisa complicada para mim, já que há tantos nuances na situação e seria legar ver isso ser explorado mais em uma saga, onde há mais espaço para esse tipo de coisa.

Querida theongreujoy,

Quando eu estava escrevendo A Saga dos Corvos, eu escolhi Belfast para o Niall de propósito – meu foco em graduação foi em 1916 & 1969 – mas eu ainda não tenho certeza de quanto espaço irá tomar na saga. Tudo ainda está naquele lugar de grandes mudanças. A infância de Niall pode acabar como uma história reserva que nunca aparecerá no papel, ou pode me levar para lugares maiores.

sua,

Stiefvater


agriculture-lesbian
O que aconteceu com o cachorro do Adam que conhecemos no primeiro livro?

Querida agriculture-lesbian,

Muitas pessoas me perguntam sobre esse cachorro. O cachorro não era do Adam. Era um cachorro que mal vivia perto dele. Cachorro de um vizinho. Cachorro da porta ao lado. Você pode saber disso porque, se o cachorro fosse do Adam, eu teria dado um nome para ele e depois teria o colocado em uma situação de conflito para fazer os leitores chorarem e arrancarem os cabelos e torcerem para o melhor.

sua,

Stiefvater


giraffedragon-universe
Qual foi sua parte favorita escrevendo A Corrida de Escorpião?

Querida giraffedragon-universe,

Eu amo escrever sobre comida. Há uma parte onde eles estão em uma padaria que me fez muito feliz.

sua,

Stiefvater


insert-username-here712
Querida melhor autora. Estou pensando onde você conseguiu inspiração para escrever All The Crooked Saints. É um livro lindo e, definitivamente, vai para a minha lista de livro que eu absolutamente adoro, junto com A Saga dos Corvos. Você planeja escrever uma continuação?

Querida insert-username-here712,

Ora obrigada. É um livro único, por agora. Eu quero digitar “é um livro único com toda certeza”, mas toda vez que digo que algo é “com toda certeza” eu acabo parecendo uma idiota se mudo de ideia. Então, é um livro único por agora, do mesmo modo que A Corrida de Escorpião é um livro único por agora.

sua,

Stiefvater


fantasyteapot

Oi Maggie! Eu acabei de receber All The Crooked Saints como presente de aniversário hoje, e eu estou TÃO animada para finalmente começar, mas qual é a coisa que você espera que as pessoas levem com elas depois de ler a história?

Querida fantasyteapot,

Eu vi uma crítica, mais cedo, que diz que All the Crooked Saints era apenas meio romance, realmente era apenas um relato ficcional de como Stiefvater sentiu que deveríamos enfrentar a saúde mental. Eles não estão errados. Toda a coisa era para ser uma metáfora, extensa e divertida, sobre enfrentar nossa escuridão interior, pensando em quanto disso podemos fazer por conta própria, e  quanto podemos delegar para outros, e  quanto podemos fazer em um vazio, ou não.

Se fizer com que os leitores contemples essas perguntas por, ao menos, um segundo, eu sinto que fiz meu trabalho.

Também, há um parágrafo no livro sobre besouros destrutivos que me tomou um longo tempo para pesquisar, que não influencia em nada a história, mas eu estava muito investida na pesquisa para cortar fora.

Então, provavelmente, se lembre dessa parte também.

sua,

Stiefvater


hadal-sunlight

Eu tive o privilégio de conhecer você em uma turnê e você é como suas histórias – hilária, mística, impenitentemente autêntico, com um grande coração. Eu apenas gostaria de saber se você tem algum conselho para aqueles de nós que querem publicar algo? Como você conseguiu? Obrigada por existir!

Querida hadal-sunlight,

Ora, obrigada.

Eu sabia que eu queria ser uma escritora desde pequena. Não apenas uma escritora, mas uma autora comercial, com livros de brochura em lojas de aeroporto. Eu tive um sonho! Um sonho enorme! Um sonho grande, irracional e desabotoado, de conseguir chegar no top 100 bestsellers.

Mas eu também tinha uma grande linha do tempo para conquistar esse sonho: na minha cabeça, pensei que seria ótimo conseguir entrar na lista de bestseller com 50 anos, e então, talvez trabalhar meu caminho até puxar os calcanhares desses tipos Tom Clancy.

A diferença entre esses dois, o sonho e a expectativa do sonho, foi o que fez cada contratempo e rejeição não doer. Eram todos parte do plano, no final das contas. O plano: continuar trabalhando, ficando melhor, tentando, aprendendo, vivendo a maior e melhor vida que eu podia durante esse período e, eventualmente, com 50 anos, chegar ao sucesso.

O plano foi arruinado quando eu fui publicada antes disso, mas o sentimento nunca se apagou. Sonhe grande, mas estenda a linha do tempo para algo longo, e ame a jornada.

sua,

Stiefvater


Fonte: (x)
Tradução e adaptação: The Raven Cycle Brasil – não reproduza sem créditos, plágio é crime.



[LIVROS] Novidades sobre “A Corrida de Escorpião”.
13.Nov

Hoje (13/11/2017), Maggie Stiefvater compartilhou, em seu twitter, uma publicação do site Publishers Weekly onde fala sobre o The Scorpio Sea Tarot. 


The Scorpio Sea Tarot, de Maggie Stiefvater, foi adquirido por Barbara Moore na Llewellyn Worldwide. Moore obteve os direitos mundias do tarot deck e de um livro acompanhante de Laura Rennert da Andrea Brown Literary Agency. Brown falou que os títulos “tocam na mitologia” do livro de 2011 da autora, The Scorpio Races (A Corrida de Escorpião) e traçam “antigas tradições pagãs e célticas”. O livro e o deck estão previstos para 2019.

 


 

 

Mais cedo este ano, no dia 30 de julho de 2017, Maggie havia postado, em sua conta do twitter, que estava “realizando algumas conceitualizações muito difíceis para um tarot deck de Scorpio Sea“, junto com uma imagem – o que nos leva a acreditar que a arte do tarot em questão será realizada pela própria Maggie.

 

 

 

 


Quer saber mais sobre A Corrida de Escorpião? Clique aqui.
Fontes: (x) (x)
Tradução e adaptação: The Raven Cycle Brasil – não reposte sem os devidos créditos, plágio é crime.



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