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Maggie libera primeiro script da série.
04.Set

Maggie Stiefvater liberou, em seu twitter, uma foto do script da adaptação de The Raven Cycle. É a primeira vez que foi divulgado alguma informação sobre a série desde seu anúncio. Confira a foto abaixo.

O que podemos descobrir sobre a adaptação por essa foto?

Anteriormente havia sido divulgado que Andrew Miller iria ser o roteirista do primeiro episódio. Agora fica claro que quem escreveu o episódio piloto foi a própria Maggie Stiefvater. A escritora escreveu em seu twitter pessoaldepois de divulgar a foto:

“Eu joguei tudo para fora da minha mesa nesse verão, só para escrever o piloto da série The Raven Cycle (produzido por Groundswell, em desenvolvimento pela Syfy) e quase morri lentamente, porque eu não podia falar para ninguém porque estava trancada em uma torre com meu laptop. FINALMENTE EU POSSO DIZER.”

Ainda olhando para a foto, temos a confirmação de que Catherine Hardwicke será a diretora do episódio piloto. Confirmamos também que a adaptação irá se chamar The Raven Cycle (A Saga dos Corvos). E o primeiro episódio terá como nome: “It’s Starting, It’s Starting” – “Está Começando, Está Começando”, em tradução livre.

 


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[TUMBLR] Maggie responde sobre a adaptação de ‘The Raven Cycle’.
29.Mar

Foi feita uma pergunta para Maggie em seu tumblr – que agora está com a ask aberta – sobre a série de TV de The Raven Cycle. Confira a pergunta e a resposta da autora traduzidas abaixo:

 


limoes-e-alecrim perguntou:

 

ei Maggie, você pode nos falar como podemos conseguir novidades sobre a adaptação d’A Saga dos Corvos? Para quem podemos perguntar? Há algum produtor ou roteirista? Eu sei que você, como a autora dos livros, possui quase nenhum poder na adaptação, mas nós, como fãs, realmente queremos ajudá-la a fazer essa adaptação ser o melhor possível, então, como nós podemos te ajudar a fazer isso acontecer?

Querida limoes-e-alecrim,

Conseguir novidades sobre filmes/séries é como conseguir sabedoria de deuses misteriosos; requer muitos rituais e a maior parte é secreta ou efêmera demais para colocar em palavras, de qualquer forma.

Com isso dito, os detalhes píblicos: UCP irá produzir a série de ‘The Raven Cycle’ para a SyFy (esse é o mesmo time que realiza The Magicians), com Catherine Hardwicke (A Saga Crepúsculo, Eyewitness) dirigindo o piloto. Eu me encontrei com a UCP algumas vezes até agora, e eles gostam das mesmas coisas que eu sobre a saga, então eu estou entusiasmada.

Normalmente o que acontece depois que eu posto esse tipo de coisa é que recebo 4,000 mensagem, em cada rede social, pedindo se eu irei escolher tal ator ou algum outro ou se eu irei ter certeza que, quem quer que interprete a Blue, seja REALMENTE muito baixa, e também que Gansey deve definitivamente ser um adolescente e que Ronan deve ter sotaque irlandês (eu não sei por que recebo tanto essa ultima, já que ele não tem esse sotaque nos livros). Então já vou adiantando que não tenho nenhum papel na escolha do elenco, além disso, escolher o elenco é uma etapa bem distante que não chegamos ainda.

De qualquer forma, meu papel em tudo isso é bem pequeno nessa etapa, então eu gosto de olhar para isso com entusiasmo e continuar terminando o primeiro dos livros do Ronan, nos quais eu tenho um grande papel. Quando eu souber de alguma coisa sobre qualquer coisa que é permitido colocar em linguagem humana, é claro que vou passar para frente. Que monstro ficaria parado tendo notícias compartilháveis? Não esse monstro.

Sua,

Stiefvater


Fonte (x)

O que sabemos, até agora, sobre a série? (x) (x)
Tradução & adaptação: Equipe The Raven Cycle Brasil – não reproduza sem os devidos créditos, plágio é crime.


[SÉRIE] Maggie solta dicas no twitter!
14.Out

Maggie Stiefvater fez duas postagens no seu twitter oficial falando sobre a adaptação d’A Saga dos Corvos para a TV. A autora está em turnê para o lançamento de seu novo livro All The Crooked Saints e, passando pela Califórnia, não pode deixar de conversar com a produtora/diretora e o produtor executivo da futura série de TV.

Em seu twitter, Maggie diz: “Passei uma tarde gloriosa e adorável com Catherine Hardwick Michael London da Groundswell Productions, falando sobre a série de TV d’A Saga dos Corvos.”

Logo depois, Maggie complementa o primeiro tweet, escrevendo: “Pessoal, eu AINDA não estou envolvida na escolha de elenco, música, ou que fonte os créditos serão. Como meu trabalho de autora, eu apenas estou envolvida na parte da história.”

O que podemos concluir com isso? Levantando várias possibilidades, mas contando com as palavras de Maggie, entendemos que ela poderá, sim, estar envolvida no processo de escrita do roteiro da série/escolha de roteiristas. Mas, além disso, podemos notar com certeza que Maggie está envolvida na produção da série e com os responsáveis pelo acontecimento desta.


Fonte: (x)(x)
Quer saber mais sobre a adaptação? Confira clicando aqui.
Quer saber mais sobre All The Crooked Saints? Confira clicando aqui.



[LIVROS] Maggie conversa com La Nacion!
10.Out

Com o anúncio de que Maggie Stiefvater estará indo para a Argentina para a Feira do Livro (24 de abril e 14 de maio) em 2018, o La Nacion entrevistou a autora, falando sobre sua escrita, a trilogia dedicada a Ronan Lynch e a futura série de TV. Confira a entrevista traduzida abaixo:


Como ela mesmo confessa em sua rede social pessoal, não foi fácil, durante anos, manter um emprego por ser muito excêntrica. Costumava falar sozinha, as vezes era pega olhando para o nada e, como se isso fosse pouco, começou a aparecer em seu turno de trabalho em seu pijama. Coisas que, obviamente, não são muito bem vistas. Depois de refletir e pensar sobre seu futuro, aos 22 anos (nasceu em 18 de novembro de 1981), Maggie se convenceu e decidiu que a única maneira de ganhar na vida era como artista, dar corda a sua paixão pela música (toca piano, a gaita de fole e harpa celta), pelo desenho, pelas artes manuais e, obviamente, pela escrita. Com o tempo, conseguiu que tudo se encaixasse. De fato, ela mesmo compõe, toca a música e edita os trailers de seus livros.

A série de livros d’A Saga dos Corvos oferece uma mistura interessante de magia, folclore, mistério e suspense. Como surgiu a ideia de combinar todos esses elementos em apenas uma história?

Há muito tempo, recebi estes dois ótimos conselhos: escreva o livro que você deseja encontrar em sua biblioteca e, acima de tudo, escreva o que goste de ler. Quando eu era jovem, amava dois tipos muito diferentes de literatura. A fantasia cheia de mitologia e folclore me encantava, mas os suspenses de ritmo rápido também me fascinavam, os tipos de histórias que você compraria em um aeroporto. Querendo seguir esses conselhos, me perguntei o que seria necessário para criar uma série que juntasse esses dois gêneros tão diferentes. E me animei.

O que você gosta e mais se interessa em explorar do folclore e da mitologia?

O que eu adoro da mitologia é que, as vezes, faz com que as verdades pareçam ainda mais verdades: exclui todos os detalhes contemporâneos que podem atrapalhar o verdadeiro significado de uma história e os substitui com circunstancias mágicas que podem ser facilmente interpretadas por um estranho. O folclore e a mitologia servem como metáforas de valores, medos e interesses de uma sociedade. Como leitura, eu gosto de como a mitologia abre janelas para outras culturas. Como escritora, trabalho muito para conseguir criar minha própria mitologia e poder traze-la para os dias atuais.

Sem dúvidas a riqueza, a vida pessoal dos personagens da saga, são marcas que a diferenciam de outras histórias. O que te inspira?

Há muitos anos li um livro chamado “Someday this pain will be useful to you”* e a forma que eu penso e me relaciono com personagens dos livros mudou completamente. O personagem principal dessa história, James, era tão específico e tão bem delineado que, quando terminei o livro, eu senti falta dele, como se fosse uma pessoa real. Então eu pensei: esse é o objetivo. Criar pessoas que os leitores sintam falta quando terminarem os livros. Como o faço? Bem, tento equilibrar a previsibilidade, é importante para a tensão que o leitor consiga adivinhar como um personagem pensa e como responderá a qualquer situação apresentada. Os detalhes difusos, que são sem importância e não vão, necessariamente, contribuir para o trama, servem para passar a impressão de que você está lendo a descrição de uma pessoa que realmente existe em algum lugar. Podem ser tiques vocais, ou simplesmente hábitos como o de pressionar e morder os lábios; ou um passatempo que não tem nada a ver com a história. O único problema com isso é que demanda um monte de palavras e muito tempo, e temo que nunca vou ser rápida o bastante. Cada livro é uma jornada tranquila, tortuosa e estranha.


Blue Sargent, um dos personagens da história, é uma feminista clara. Em teus livros sempre há uma referência clara do que significa ser mulher.

Em todos meus livros há algo que esboce muito o que significa ser mulher neste mundo. As vezes é através de uma personagem como Blue, que é feroz e imperfeita e cresce em seu próprio feminismo. E, as vezes, é através de uma personagem como Puck, que através de sua maneira desprevenida, desafia a cultura predominantemente masculina em sua ilhar, e outras vezes, é através de uma personagem como Isabel, que caminha violentamente pelo mundo com impressões de leopardo. Ser mulher é complicado. Eu sei que nunca ficarei sem ter o que dizer a respeito disso.

La saga completa
O que você pode nos contar sobre a série de TV inspirada n’A Saga dos Corvos?

Temos um grande produtor,  Michael London de Groundswell, que está totalmente envolvido no projeto.

Como você imagina a adaptação? Você irá participar da escrita dos roteiros?

Por hora, tudo é um segredo. Muito secreto.


Muitos especulam que Ronan Lynch, um dos personagens da saga, terá sua própria história. É isso mesmo?

Nesse momento estou trabalhando na história do Ronan, será uma trilogia e estou aproveitando cada minuto dela. Ninguém sabe nada a respeito, nem o meu editor. E eu adoro isso.

A tua paixão pela música, carros, pinturas… isso ganha vida na tua escrita e colore a história e os personagens que você imagina de um jeito diferente..

Eu acredito que sou apenas uma pessoa muito curiosa, muito faminta. Não quero deixar essa vida e pensar: que pena que não fiz tal coisa. Se algo me interessa, quero investir por completo. E se é algo que eu posso provar de uma maneira prática, é ainda melhor.


* Someday this pain will be useful to you: Um dia essa dor será útil, em português, livro de Peter Cameron (x).
Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos, plágio é crime.



[SÉRIE] Esclarecendo dúvidas sobre a adaptação.
09.Set

Sempre que uma série de livros é adaptada, surge aquele medo de “será que vai ficar bom?, será fiel? e os atores?”. Por esse motivo, Maggie Stiefvatar reblogou, em seu tumblr, uma postagem que fala sobre adaptações e como o mundo hollywoodiano funciona. Confira:


A primeira coisa que devemos considerar é que séries americanas são anunciadas no verão americano, dito e feito, a série foi oficialmente anunciada no mês de julho.

A série, como já tem emissora, não passará por todo o processo de gravação de um episódio piloto para depois tentar a sorte com alguma emissora. Por isso, o elenco não é a prioridade agora. Primeiro, eles precisam desenvolver o roteiro – e para isso precisam escolher os roteiristas para preencher a sala dos escritores –, definir as despesas por episódio, os locais de gravação, entre muitos outros processos antes da escolha do elenco.

A escalação do elenco provavelmente não acontecerá pelo menos até janeiro, a não ser que as coisas estejam acontecendo realmente rápido por alguma razão. Isso é porque a emissora tem que negociar muitas coisas antes e a produção (filmagem) normalmente começa em março. Então, eles precisam encontrar não apenas bons atores mas atores que estejam disponíveis durante o período de gravação.

E nada disso envolve Maggie Stiefvater! Dependendo do contrato que foi negociado, como produtora, ela pode ou não estar envolvida na escolha do elenco. Ela certamente não está envolvida na parte de escolher entre as centenas de vídeos de audições enviados. Ela é uma mulher ocupada e uma autora profissional, não é uma diretora ou produtora de TV. Ela tem outras coisas para fazer como (esperamos) ser consultora da sala dos escritores e escrever a Dreamer Trilogy.

  • Seu modelo favorito sem crédito de atuação não vai ser escalado, não importa o quão educadamente você peça;
  • Todos os personagens serão interpretados por profissionais entre 19-30 anos com uma página no IMDB, com trabalhos anteriores listados;
  • Se você não tem uma página no IMDB ou um agente, você não vai ser escalado como Blue Sargent, mesmo se você enviar uma foto para Maggie Stiefvater todo dia até o natal.

Tradução e adaptação: The Raven Cycle Brasil – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.
Fonte: tumblr



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